Polícia Militar tenta identificar assaltantes que atacaram ciclistas em Girau do Ponciano
Tenente-coronel Aloísio Soares afirma que vítimas não procuraram polícia para registrar BO

Apesar de não contarem com informações de fontes oficiais, o 3º Batalhão da Polícia Militar, está em campo para tentar identificar e prender os criminosos que atacaram um grupo de ciclistas no último domingo (11), em Girau do Ponciano. De acordo com o comandante do Batalhão, tenente-coronel Aloísio Soares, há equipes em diligências e outra fazendo trabalho de inteligência desde o momento em que o crime passou a ser noticiado.
“A gente está trabalhando praticamente às cegas, mas existem assentamento e povoados na região e estamos contando com a inteligência. Acredito que até quarta-feira teremos novidades sobre o caso”, declarou o comandante, se referindo ao fato de as vítimas do assalto não terem procurado a polícia para registrar boletim de ocorrência do roubo.
Por conta disso, a Polícia Militar não tem informações, por exemplo, do tamanho exato do grupo de ciclistas atacado, sobre quem seria os outros quatro reféns dos assaltantes e onde foi o local para onde foram levados. As informações que estão ajudando nos primeiros levantamentos, foram obtidas por meio das redes sociais e da própria imprensa.
“O que já podemos dizer de antemão é que os assaltantes não tinham consciência de que as bicicletas das vítimas tem grande valor. Eles roubaram apenas carteiras e celulares e as vítimas conseguiram fugir com as bicicletas. Outra questão importante é que o grupo resolveu sair da pista, onde há movimento de veículos e de viaturas, para seguir por uma estrada de terra, onde trafegam poucos veículos”, afirmou.
Um grupo de ciclistas passou por momentos de pânico, na manhã de domingo, quando foram rendidos por assaltantes em uma estrada vicinal que dá acesso ao assentamento “Sete Casas”. Eles estavam fazendo trilha quando foram abordados por dois homens encapuzados e armados com espingarda. Os ciclistas tiveram celulares e carteiras recolhidos e foram levados para um local na caatinga onde havia outros quatro reféns. Eles foram amarrados, mas conseguiram fugir, quando os assaltantes saíram em perseguição a outros dois ciclistas que havia escapado durante a abordagem.
O tenente-coronel Aloísio Soares chamou a atenção para o fato de os ciclistas terem saído de Arapiraca em direção à Jaramataia e, durante o trajeto, terem decidido sair da rodovia e iniciar uma trilha por estradas de terra.
“Eles acabaram se colocando em risco, não só do assalto, como aconteceu, como até mesmo de um acidente. Se ocorre um acidente em um local de difícil acesso e sem área de telefone, a pessoa pode perder a chance de ser socorrida com vida. Sem mencionar o caso de pessoas que acabam se perdendo. Na semana passada mesmo resgatamos três ciclistas que ficaram perdidos em meio à vegetação. A sorte que um deles conseguiu discar para o 190”, ressaltou.
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