Ufal diz não ter verba para reajustar valores de bolsas estudantis
Desde outubro de 2022, a Ufal passou por diversos cortes de verbas, que deveriam ter sido repassadas pelo Ministério da Educação
A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) divulgou nesta sexta-feira (10) que o orçamento destinado a despesas correntes da universidade é o menor em 14 anos. Com o valor atual, não será possível reajustar contratos ou aumentar os valores das bolsas estudantis.
Segundo a 1ª nota técnica sobre o orçamento para 2023, a média de empenho por ano dos últimos cinco anos para essas despesas foi de R$ 54,5 milhões. A projeção para 2023 é de R$ 53,9 milhões, mas o valor não é suficiente para o funcionamento.
Nas despesas correntes estão incluídas as ações de fomento à graduação, pós-graduação, ensino, pesquisa e extensão, o pagamento de bolsas estudantis e as contratações e terceirização de serviços fundamentais para o funcionamento na estrutura da universidade.
Era estimado um aumento de 70% nas bolsas estudantis, porém, com o corte, ficou disponível cerca de R$ 2 milhões de verba, o que torna impossível o aumento.
Desde outubro de 2022, a Ufal passou por diversos cortes de verbas, que deveriam ter sido repassadas pelo Ministério da Educação (MEC) a instituições de ensino superior da rede federal.
Diante da situação, para cortar custos, a universidade deixou de pagar a reposição de terceirizados, as compras de equipamentos e contratação de profissionais ficou comprometida, e foi preciso fechar o Restaurante Universitário (RU) por falta de dinheiro para as comprar de alimentos, mas o restaurante foi reaberto durante as férias e seguiu funcionando no retorno da comunidade acadêmica às aulas.
Na nota, a equipe da Coordenadoria de Programação Orçamentária (CPO) da Proginst informa que "está a postos para promover a atualização dos valores das bolsas de estudo e assistência estudantil, tão logo haja sinalização da recomposição orçamentária pelo MEC".
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