Roda de Conversa entre assistentes sociais trata sobre humanização nos atendimentos prestados pelo HEA
Encontro reuniu profissionais do HEA e de outras instituições de saúde

Referência em humanização nos atendimentos, o Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca, promoveu uma roda de conversa em homenagem aos assistentes sociais. Profissionais que se dedicam, plantão após plantão, a acolher pacientes, acompanhantes e demais profissionais da instituição hospitalar. A ação foi organizada pela Direção, através da Coordenação do Núcleo de Serviço Social e do Grupo de Trabalho Humanizado.
A solenidade de abertura contou com as presenças da diretora-geral do HEA, Bárbara Albuquerque, do diretor-médico Vanderly Oliveira, e de Guilherme Vieira, representando o Conselho Estadual de Serviço Social. “O Hospital de Emergência tem profissionais sensacionais no quadro de servidores. E, como forma de valorizar a categoria e reconhecer todo este esforço diário, buscamos empreender esta roda de conversa sobre a humanização, assunto muito pertinente e que tem sido fielmente seguido no hospital de emergência”, salientou Bárbara Albuquerque.Com o tema “O Papel do Serviço Social na Humanização Hospitalar”, a coordenadora estadual do Programa Nacional de Humanização, Luzia Prata, conduziu a roda de conversa, que foi uma verdadeira troca de experiências. “É preciso sempre refletir qual o papel do serviço social dentro da Política Nacional de Humanização. Sabermos onde estamos e entendermos o que devemos fazer como melhoria para cada setor. É uma alegria e satisfação estar aqui em Arapiraca para falar deste assunto. Eu me sinto honrada de fazer parte deste momento para falarmos sobre o profissional que atende, acolhe, que é porta de entrada ao usuário do Sistema Único de Saúde. A Política Nacional de Humanização, está solidificada em Alagoas”, afirmou.

Encontro reuniu profissionais do HEA e de outras instituições de saúde
Para Guilherme Vieira, representante do Conselho Regional de Serviço Social, o encontro preenche lacunas. “Não tenho dúvidas sobre a importância de termos estes espaços disponibilizados para a categoria. Momento em que podemos discutir esta temática sobre a humanização, que é de suma importância para capacitação e melhorias no trabalho do profissional”, explicou.Jannyne Gomes, coordenadora do serviço social do HEA, ressaltou que “falar de humanização é muito importante para os profissionais e para a gestão, que abraça estes profissionais. Por isso, o auditório ficou lotado com servidores do próprio hospital e também com profissionais de outras instituições”, pontuou.A assistente social, Eliane Silva, lotada no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), elogiou a atitude de abrir vagas para profissionais de outras instituições de saúde também poderem participar. “A direção do hospital e os colegas foram muito acolhedores. O compartilhamento de vagas para o público externo nos deu a oportunidade de bater um papo interessante e aprender mais”, afirmou.“Acolher os colegas sempre foi importante e, principalmente, dentro do Núcleo de Serviço Social. Estamos trabalhando para que a rede de saúde funcione de forma democrática e igualitária entre diferentes instituições, para que a engrenagem funcione trocando informações e abrindo portas”, afirmou Rodrigo Barbosa, coordenador do GTH.

Bárbara Albuquerque, diretora geral do HEA, ressaltou importância do assistente social e do evento para a categoria
Rosana Queiroz, assistente social que vai completar 20 anos no HEA, argumentou que a roda de conversa foi importantíssima para a troca de conhecimento. “Cada hospital tem perfil diferenciado e o serviço social tem que se adaptar a cada um. Então, a gente precisa conhecer, entender, conversar sobre humanização, sobre acolhimento nas diferentes instituições”, afirmou.
A assistente social Eliflan Gomes refletiu a respeito do trabalho e missão do serviço social. “O serviço social está presente em todos os setores do hospital. Trabalha com pacientes, profissionais e acompanhantes. A Roda de Conversa foi bastante instrutiva para pensarmos sobre quais atividades estamos promovendo e pensar nos caminhos futuros para a profissão”, afirmou Eliflan.
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