Ministério do Trabalho aponta que foram resgatadas 74 pessoas em situação análoga a escravidão em AL
Mais de 3 mil pessoas foram resgatadas em todo o Brasil
No ano de 2023, 74 pessoas foram resgatadas de situações de trabalho análogo à escravidão em Alagoas, de acordo com dados recentes divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Essa estatística coloca o estado na 10ª posição entre as federações de todo o país e na 4ª posição na região Nordeste.
O MTE informou que, em âmbito nacional, um total de 3.190 trabalhadores foram retirados dessa condição de exploração no mesmo período. Esses números refletem uma intensificação dos esforços do órgão na fiscalização e combate a práticas laborais desumanas.
No decorrer do ano passado, 598 estabelecimentos urbanos e rurais foram alvo de fiscalização, resultando no pagamento de expressivos R$ 12.877.721,82 em verbas salariais e rescisórias aos trabalhadores resgatados. Segundo o MTE, esse montante representa o maior valor desembolsado nos últimos 14 anos no Brasil e estabelece um novo recorde no pagamento das verbas rescisórias.
Comparativamente, em 2022, 2.587 trabalhadores foram resgatados em 531 ações fiscalizadoras, com um pagamento total de R$ 10.451.795,38 em indenizações trabalhistas. Os dados indicam um aumento significativo nas operações de resgate e na compensação financeira aos trabalhadores vítimas dessas práticas.
O MTE ressalta que o combate ao trabalho análogo à escravidão conta com uma ferramenta crucial: o Sistema Ipê. Este permite que denúncias sejam feitas de forma remota e sigilosa, fortalecendo a capacidade de identificação e atuação contra essas violações aos direitos humanos.
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