Com espetáculo nos céus e miscigenação musical, Arapiraca comemora o seu 1º centenário com mais de 70 mil pessoas
E quem ficou impressionado com o calor vindo da multidão foi o cantor Léo Santana
Quem foi ao Lago da Perucaba, na noite desta terça-feira (29), presenciou momentos de alegria, emoção e orgulho de poder dizer que é filho desta terra, que é, de fato, um arapiraquense.
Foram mais de 70 mil pessoas presentes na arena montada no mais belo cartão-postal da cidade, e a abertura desta festa do 1° centenário de Arapiraca foi repleta de saudosismo e de pertencimento, com uma linda homenagem vinda dos artistas da terra.
Côco de roda, versos e rimas no melhor da Literatura de Cordel, canções, a história da cidade contada e cantada, e uma repaginada nos hinos de Arapiraca e da Emancipação Política foram um pouco do muito apresentado por eles e elas durante a aprensentação.
E quem ficou impressionado com o calor vindo da multidão foi o cantor Léo Santana, que em plena terça-feira colocou milhares de homens e mulheres para cantar e dançar com os grandes hits da sua carreira solo e da sua ex-banda, o Grupo Parangolé.
“Só Arapiraca consegue colocar essa multidão em um terça-feira. Que lindo ter todos vocês aqui com a gente comemorando o centenário de Arapiraca. Obrigado a todos por mais esse momento incrível”, celebrou o cantor durante a participação no palco centenário.
E a meia-noite, na virada para o dia mais aguardado, a Prefeitura de Arapiraca proporcionou ao público presente a apoteose do evento, um show pirotécnico impressionante com mais de dez minutos de duração.
Com sincronia, criatividade, simbologia e tecnologia, o show teve de continuar nos céus com a magia de mais de 200 drones saudando a população com o que há de melhor da nossa cidade, como a Concatedral de Nossa Senhora do Bom Conselho, a folha do fumo, a bandeira tricolor arapiraquense, a Ciclovia do Trabalhador, o ASA e o logo dos 100 anos de Arapiraca.
Consecutivamente a todo esse sortilégio, o DJ Alok comandou, das suas pick ups, um momento de descontração, colocando todo mundo em um gigantesca pista de dança, com o suprassumo da música eletrônica, sem perder, é claro, a essência nordestina.
“A gente sabe que a música eletrônica é um ritmo um pouco incomum no Nordeste, mas a gente preparou um show com toques típicos da região”, apontou o cantor antes de subir ao palco.
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