Pesquisa Quaest traz hoje estrago do Pix na imagem do Governo
Levantamento poderá dar uma medida do impacto da crise nas taxas de aprovação e reprovação do presidente
O Governo Lula sofreu um baque de tamanha envergadura na desastrosa investida no Pix que resolveu gastar R$ 50 milhões numa campanha publicitária.
Os estragos na intervenção da equipe econômica no Pix serão observados hoje. A Quaest divulgará, até o meio-dia, sua primeira pesquisa de avaliação do governo Lula (PT) desde a crise do Pix, que se desenrolou entre o fim de dezembro e o início deste ano.
As entrevistas para a pesquisa começaram a ser realizadas na última quinta-feira, dia 23, e se estenderam até ontem. Encomendado pela Genial Investimentos, o levantamento poderá dar uma medida do impacto da crise nas taxas de aprovação e reprovação do presidente, que vinham oscilando ao longo deste ano.
Na última pesquisa Genial/Quaest, divulgada em dezembro, e realizada a partir de 8,5 mil entrevistas em todo o País, a aprovação de Lula estava em 52%, enquanto 47% reprovaram a atuação do presidente.
Esta havia sido a menor distância entre os dois índices desde maio de 2024, quando Lula era aprovado por 50% e reprovado por 47%, de acordo com a Quaest. Depois disso, a aprovação do presidente chegou a subir para 54%, em julho, e desde então oscilou para baixo.
A reprovação, por sua vez, após uma queda a 43% no meio do ano, vem apresentando tendência de alta desde então.
No fim de dezembro, a oposição bolsonarista se mobilizou nas redes com críticas ao governo devido a uma portaria da Receita Federal que continha novas regras sobre coleta de informações de movimentações financeiras.
Um ponto que causou controvérsia até entre aliados do governo foi a menção específica ao monitoramento de “transações eletrônicas efetuadas por intermédio do Sistema de Pagamentos Instantâneos” — isto é, o Pix —, a partir do piso de R$ 5 mil.
Nas redes, adversários do governo passaram a aventar a hipótese de que o Pix poderia ser alvo de taxação no futuro, embora isso não conste no ato da Receita.
Em meio ao espalhamento do boato, o número de transações feitas com Pix teve a maior queda desde a implementação do sistema, conforme revelou reportagem do jornal O Globo.
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