Grupo acusado de criar 'tribunal do crime' é preso após execuções em cidades do Agreste de Alagoas
Um dos presos, de 29 anos, admitiu envolvimento em assassinatos e entregou imagens que mostravam a execução de uma jovem
Três pessoas foram presas nessa terça-feira (19) suspeitas de participação em execuções ligadas a um “tribunal do crime” que atuava em municípios do interior de Alagoas. As investigações apontam que o grupo criminoso era responsável por homicídios e ocultação de cadáveres em Campo Alegre, Teotônio Vilela e Palmeira dos Índios.
Um dos presos, de 29 anos, admitiu envolvimento em assassinatos e entregou imagens que mostravam a execução de uma jovem. A vítima foi identificada como Stefania Gabriel da Silva, de 23 anos, desaparecida desde o início de agosto. Após as diligências, o corpo dela foi localizado em um canavial no município de Roteiro.
Outras duas mulheres, de 18 e 21 anos, também foram detidas. Elas confessaram participação no crime e indicaram o local onde o corpo foi ocultado. Nos depoimentos, os suspeitos relataram que Stefania teria sido morta por, supostamente, repassar a localização de seu ex-companheiro — conhecido como “Quiterinho” — para policiais. Ele morreu em confronto no início do mês, após resistir a uma prisão.
Ainda segundo os presos, Stefania também atuava para o grupo, apontando residências de pessoas que seriam alvo de execuções. Familiares relataram que a jovem era usuária de drogas, estava desaparecida desde 7 de agosto e havia sido vista pela última vez em Teotônio Vilela, acompanhada de “Quiterinho”.
A investigação indica que a associação criminosa estava ligada ao tráfico de drogas e a execuções de rivais, e apura se o grupo tem participação em homicídios em outras regiões de Alagoas e até em estados vizinhos.
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