Polícia

Advogado e ex-candidato a vereador é preso por porte ilegal de arma em Arapiraca

José Fábio Bernardo, o JFB, foi flagrado com uma pistola durante abordagem e acabou autuado em flagrante na Central de Polícia Civil

Por 7Segundos 26/01/2026 08h08 - Atualizado em 26/01/2026 09h09
Advogado e ex-candidato a vereador é preso por porte ilegal de arma em Arapiraca
José Fábio Bernardo, ou JFB, como é mais conhecido, é advogado e já foi candidato a vereador - Foto: Reprodução

A prisão de um advogado e ex-candidato a vereador de Arapiraca movimentou o noticiário policial na manhã desta segunda-feira (26). José Fábio Bernardo, mais conhecido como JFB, foi detido durante uma abordagem e conduzido à Central de Polícia Civil do município, onde acabou autuado em flagrante delito pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.

De acordo com as informações apuradas, JFB estava em posse de uma pistola no momento da abordagem. Após a condução à Central, o material foi apreendido, o flagrante formalizado pela Polícia Civil, e uma fiança estipulada pelo delegado plantonista.

Figura bastante conhecida em Arapiraca, José Fábio Bernardo ganhou projeção principalmente por meio das redes sociais, onde costuma publicar vídeos e comentários com críticas contundentes e posicionamentos polêmicos, sobretudo relacionados à política local e a temas de segurança pública. Ele também já disputou cargo eletivo no município.

A prisão ocorre semanas após o nome de JFB ter sido envolvido em uma polêmica de grande repercussão. Recentemente, ele publicou um vídeo nas redes sociais se apresentando como advogado de defesa do policial militar Weliton Miguel dos Santos, suspeito de assassinar o enfermeiro Ítalo Fernando de Melo, crime ocorrido no dia 14 de dezembro, em um motel localizado no bairro Canaã, em Arapiraca.

Na gravação, JFB fez duras críticas à atuação da Polícia Civil em relação à prisão do policial. No entanto, pouco tempo após a publicação, a defesa oficial de Weliton Miguel divulgou nota negando qualquer participação de José Fábio Bernardo na equipe jurídica do suspeito e afirmou que as críticas feitas por ele não tinham relação com a estratégia ou com a posição da defesa constituída.

O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil de Alagoas, que adotou os procedimentos legais cabíveis diante do flagrante.