PL gasta R$ 209 mil com 'tour' de Flávio por Oriente Médio e Europa
Gastos do PL incluem passagens aéreas e hospedagens tanto para Flávio Bolsonaro quanto para dois assessores que acompanharam senador
O PL gastou ao menos R$ 209,8 mil com a recente viagem de três semanas do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Oriente Médio e à Europa, onde o parlamentar cumpriu agenda com autoridades locais.
Os gastos incluem despesas tanto do próprio Flávio quanto de dois assessores que o acompanharam na viagem: Fernando Nascimento, que trabalha no gabinete do senador, Fabiano Araújo, ex-assessor de Eduardo Bolsonaro.
As viagens aconteceram entre os dias 20 de janeiro e 11 de fevereiro, quando Flávio já tinha sido anunciado como pré-candidato ao Palácio do Planalto, e incluíram cinco países: Israel, Emirados Árabes, Bahrein, Catar e França.
Gastos com passagens
De acordo com a prestação de contas apresentada pelo PL ao TSE, à qual a coluna teve acesso, o principal gasto do partido na viagem foi com passagens aéreas. Só com passagens, a sigla desembolsou ao menos R$ 173,1 mil.
Segundo os documentos, o PL pagou as passagens do senador e de seus assessores para diversas cidades. Entre elas, Tel Aviv (Israel), Abu Dhabi (Emirados Árabes), Doha (Catar), Paris (França) e Bahrein.
A maioria dos trajetos realizados por Flávio foi em classe executiva. O único trecho em cabine econômica foi entre Abu Dhabi (Emirados Árabes) e Doha (Catar). Já os assessores viajaram somente de classe econômica.
Gastos com hospedagem
Já com hospedagens para Flávio e para os assessores, o PL gastou ao menos R$ 36,6 mil. Os três se hospedaram nos hoteis de luxo The Inbal Jerusalem (Israel), Hilton Doha (Catar) e Marriott Al Forsan (Emirados Árabes).
Em Israel, Flávio participou da Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, realizada em Jerusalém em 26 e 27 de janeiro. Parte da viagem a Tel Aviv foi custeada pelo Senado Federal.
As agendas de Flávio
Naquele país, Flávio também teve uma reunião com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. No encontro, o senador estava acompanhado do irmão Eduardo Bolsonaro.
Ainda em Israel, o presidenciável foi novamente batizado no Rio Jordão, local sagrado para o cristianismo e judaísmo por ter sido onde Jesus foi batizado. O senador também orou no Muro das Lamentações.
Já em Paris, Flávio encontrou políticos da direita e deu entrevista à emissora de televisão francesa CNews. Na entrevista, o senador fez críticas ao governo Lula, a quem culpou pelo escândalo da Farra do INSS.
A coluna procurou as assessorias de imprensa de Flávio Bolsonaro e do PL desde a sexta-feira (13), mas não obteve retorno. O espaço segue aberto para eventuais manifestações.
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