Politicando

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PT volta para o Governo de Renan Filho

04/05/2017 12h12
PT volta para o Governo de Renan Filho

Considerado como um dos petistas mais calheirista do país, Joaquim Brito que já foi secretário de Trabalho e do Desenvolvimento Social do Estado, deverá em breve, assumir a secretaria de Ciência e Tecnologia. A Secti nas mãos do Partido dos Trabalhadores aproximaria movimentos sociais do governo. Exemplo dos reitores da Ufal (Ligação com o Psol), Ifal (PT) e Uneal (PC do B).

A aposta na volta de Joaquim Brito para o governo de Renan Filho é grande porque há uns meses o Palácio tentou emplacar ele como diretor da Federação das Indústrias, sem sucesso. Querem de todo jeito arrumar um serviço para o petista que é visto diariamente tomando seu café da manhã num grande hipermercado do Stella Maris. E também o PT é importante porque o ex-presidente Lula tem quase 50% dos votos para presidente em Alagoas, na pesquisa realizada pelo Ibrape, em março.

Ontem (3), o blog já tinha informações de que bastava um piscar de olho do governador Renan Filho e o PT voltava a fazer parte do seu governo. O retorno de Joaquim Brito deve ocorrer após a realização do Congresso Estadual do partido, no qual os petistas devem discutir a reaproximação com os Calheiros.

Outras alianças

O ministro dos Transportes, Maurício Quintella não assume relação oficial com governo. Pois está bem representado com o prefeito de Maceió, Rui Palmeira.

Já o deputado JHC está criando uma terceira via com o PSB e partidos de esquerda, relacionando os outsiders políticos de Alagoas. A intenção dele é criar uma chapa estilo Dória de São Paulo. Os que nunca tiveram mandato.

Ronaldo Lessa até queria uma aproximação. Mas não aceita que seja imposto que seu indicado continue sendo Rafael Brito, atual presidente da Desenvolve. Eo outro problema é que o grupo do PDT é contrário à aliança com Renan.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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