Politicando
Paz entre senador e presidente envolve eleição de Renan Filho
Pelo visto, a acidez nas críticas do senador Renan Calheiros (PMDB) ao governo e as reformas de Michel Temer (PMDB) irá diminuir ou até deixar de existir. O próprio presidente da República confirmou ontem (11) em entrevista à TV Bandeirantes que fez um acordo com o ex-presidente do Senado.
O pacto que foi feito entre os dois e teve o aval de duas personalidades da política em Brasília, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) e o líder do PSDB no Senado, Aécio Neves.
A pergunta que fica é... Onde entra o governador Renan Filho? Vamos a resposta. Aécio preside o PSDB e Rodrigo Maia é o político mais expressivo do DEM. Como o próprio Governo Federal vinha dizendo via imprensa que Renan queria resolver a situação política dele e do filho em Alagoas. No acordo, os partidos DEM e PSDB teriam firmado perante o presidente Michel Temer que iriam marchar com a família Calheiros em Alagoas na eleição do ano que vem.
“Que acordo é esse que não tem cargo, nem Ministério? Nem muito menos anúncio de verba para Alagoas?” Os questionamentos são de um porta voz do prefeito Rui Palmeira a aliados do ex-governador Teotonio Vilela Filho.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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