Politicando
PT e outros partidos da esquerda desprezam Izac Jacson
No ano passado o ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em Alagoas, Izac Jacson saiu do Partido dos Trabalhadores (PT) e se filiou ao Partido Verde (PV), liderado, em Maceió, pelo vereador Sílvio Camelo.
Ele deixou o quadro do partido do qual fazia parte há anos, segundos alguns petistas no pior momento que o PT enfrentava, o que fez ele ser taxado como persona non grata.
A mágoa dos petistas é tão grande que Izac teria tentado voltar para o partido e por unanimidade seu retorno foi negado pela cúpula em Alagoas. Segundo informações, ele procurou se aproximar do PT na eleição do diretório municipal. Izaac estaria por trás da candidatura do Professor Luizinho, que liderava a chapa Unidade pela reconstrução do partido (da tendência O Trabalho), mas sua pretensão foi por água abaixo com a derrota do seu candidato.
Desesperado querendo sair do PV, ele também tentou cavar uma vaga no PSOL, mas Gustavo Pessoa, um dos líderes da sigla em Maceió, descartou imediatamente, chegando a procurar a direção nacional para que não aceitassem a entrada do ex-presidente da CUT no Partido Socialismo e Liberdade.
Pelo visto, a situação não está nada fácil para o Izac da CUT. Mas na verdade muitas pessoas ainda querem saber quem é Izac.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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