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Por que a reeleição da Mesa Diretora da Câmara pode ser o céu ou inferno de Rui Palmeira?

26/06/2017 18h06
Por que a reeleição da Mesa Diretora da Câmara pode ser o céu ou inferno de Rui Palmeira?

A eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de Vereadores (CMM) de Maceió para o biênio 2019/2020 será realizada no próximo dia 28. E tudo está se encaminhando para que a atual composição seja mantida, ou seja, Kelmann Vieira (PSDB) deve continuar presidindo a Casa.

Mas a questão aí é saber se essa reeleição será o céu ou o inferno para o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB).

O céu porque o presidente Kelmann é aliado de primeira hora de Rui. Foi o prefeito quem bancou politicamente (e financeiramente) a reeleição dele, que se tornou o primeiro ex-aliado dos Calheiros a pular no barco do Rui. Assim, Palmeira mostra força política onde atua. Ao contrário do governador que vive momentos de altos e baixos com a Assembleia Legislativa.

O inferno seria que com a reeleição de Kelmann, a Câmara Municipal dá o xeque, esperando o mate.

Porque dos vereadores da base, praticamente 1/3 vai se candidatar ano que vem. Fátima Santiago, Dudu Ronalsa, Samyr Malta, Tereza Nelma e Lobão. Ainda tem os vereadores que possuem parentes no pleito como Silvania Barbosa, Chico Holanda Filho, Davi Davino, Antônio Holanda e Siderlane Mendonça.

Todos querem a mesma coisa: que Rui dê sinais de sua decisão para 2018. Portanto, Rui pode ir do céu ao inferno, ou vice-versa, nessa antecipação da eleição da Câmara.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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