Politicando
Eleição no TCE destoa de pleitos dos outros poderes
A eleição para a presidência do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que está marcada para ocorrer no próximo dia 15, pode ir parar na Justiça.
Isso porque, na última sessão do pleno, o conselheiro Anselmo Brito propôs a presidente Rosa Albuquerque que ela mude o Regimento Interno do TCE para permitir que um conselheiro-substituto possa votar no pleito de sábado. Além de tecer diversos elogios e deixar claro o lado em que ele está, o de Rosa Albuquerque.
Diante disso, o outro lado que quer a presidência do TCE, é formado pelos conselheiros Otávio Lessa, Cleide Beserra e Fernando Toledo. Eles sinalizam que vão à Justiça, caso Rosa faça as mudanças sugeridas por Anselmo.
A polêmica está em torno de que hoje há um conselheiro-substituto que ocupa a vaga de Cícero Amélio, afastado desde o ano passado devido a acusações de favorecimento dentro do Tribunal. O problema é que pelo Artigo 22 do Regimento Interno esse substituto não poderia votar nessa eleição.
Informações dão conta de que até o momento a disputa estaria empatada, 3 a 3, o que favorece Otavio Lessa, por ser o conselheiro mais velho.
Toda essa confusão difere do que aconteceu nas eleições dos outros poderes. No Ministério Público Estadual, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto foi eleito num pleito em que só ele foi o candidato. No Tribunal de Justiça um presidente passou a vez para o outro. E a eleição para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado até o momento se encaminha tranquilamente.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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