Politicando
Chegada de Bolsonaro mexe com os ânimos da política em Alagoas
Bolsonaristas e esquerdista se movimentam para chamar a atenção do presidente
De um lado, bolsonaristas compraram até roupa nova para tentar um momento com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que estará em Alagoas na próxima quinta-feira (13). Do outro, esquerdista se articulam para fazer protesto contra possível negligência do presidente no enfrentamento à pandemia.
O deputado estadual Cabo Bebeto (PTC) é o mais próximo da família Bolsonaro e poderá ter acesso fácil ao presidente. Já o vereador por Maceió Leonardo Dias (PSD) é mais um fanático pela ideologia pregada, mas não tem aproximação e fica apenas fazendo alarde nas redes sociais para chamar atenção.
Bebeto e Dias foram eleitos na sombra de Bolsonaro, e temem o enfraquecimento do presidente, pois também correm o risco de perderem os mandatos. Nos parlamentos estadual e municipal, eles ficaram conhecidos por discussões polêmicas, que se tornaram motivo de risos por parte da população e da imprensa.
O fato político mais aguardado nos bastidores da política alagoana tem sido sobre a presença do governador Renan Filho (MDB) nos eventos oficiais do Planalto no Estado.
Na última visita de Bolsonaro à Alagoas, Renan Filho recepcionou o presidente de forma discreta, mas não participou da agenda oficial.
Agora, com a atuação do senador Renan Calheiros (MDB) como relator da CPI da Covid e os ataques de Bolsonaro, é mais provável que Renan Filho é o presidente não estejam no mesmo ambiente.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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