Politicando
Rodrigo Cunha justifica mudança de partido e a chegada de novos aliados durante pré-campanha
Pré-candidato ao Governo disse que sua trajetória lhe credencia para assumir gestão estadual
Mudança de partido, novos aliados e os motivos que provocaram a pré-candidatura ao Governo de Alagoas, foram alguns dos assuntos discutidos pelo senador Rodrigo Cunha (UB) durante entrevista à Rede Antena 7 de Rádios, na manhã desta segunda-feira (25).
Inicialmente, Cunha falou sobre sua trajetória política e sobre suas principais ações como Senador lhe credenciam para ocupar o comando do Poder Executivo Estadual.
“Foi para isso que entrei na política! Foi para transformar a realidade das pessoas, para me dedicar minha energia, todo o meu suor, toda a minha fé, minha esperança, e meus princípios para fazer desse Estado um Estado melhor. Fui o deputado estadual e o senador mais votado do Estado. O recado foi dado, é isso mostrou meu caminho”, pontuou.
O senador explicou que não vinha falando sobre o momento eleitoral pelo fato de o estado viver “um clima eterno de campanha”. “As pessoas não desmontam palanque. Eu faço o contrário: torço para que as administrações deem certo”, justificou dando o exemplo do time do ASA de Arapiraca, onde muitas pessoas deixavam de torcer de acordo com o prefeito que assumia a gestão.
Em seguida, o parlamentar disse que a sua saída do PSDB para ingressar no União Brasil foi pelo fato de a nova legenda não ter ainda uma ideologia. “Assim podemos chegar nas pessoas de forma mais ampla. O PSDB continua na nossa base de apoio e é um partido que me identifico bastante. Estamos ampliando nosso arco de aliança e tendo apoios de todos os lados”, pontuou.
Cunha emendou dizendo que mudou de partido, mas que nenhuma legenda irá mudar o seu perfil. “Temos independência, história, conteúdo, e o mais importante: que é amor no coração. A minha política não é a do ódio, da ameaça, da perseguição. Faço política olhando para o próximo. É uma doação de vida”, contou.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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