Politicando
Bruno Toledo é recompensado com presidência da CCJ após defender eleição de Paulo Dantas
Eleição aconteceu nesta terça-feira (17), na Assembleia Legislativa
Um dos poucos parlamentares a defender publicamente o primeiro edital para a eleição indireta ao Governo de Alagoas, o deputado estadual Bruno Toledo (MDB) foi recompensado com a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). Ele foi eleito durante a sessão ordinária desta terça-feira, 17, na Assembleia Legislativa Estadual (ALE).
“Recebi essa honrosa missão de meus pares e farei isso com muita humildade, compartilhando com todos que compõem a comissão essa grande responsabilidade. Serei o condutor das distribuições das matérias, mas o protagonismo será da comissão: todos os membros irão manifestar suas opiniões e terão oportunidade de debruçarem sobre os projetos que aqui chegarem”, destacou o parlamentar durante seu discurso.
A eleição para a presidência da CCJ ocorreu pelo fato de o presidente, então deputado estadual Paulo Dantas (MDB), ser eleito para o cargo de Governador. Fazem parte da comissão também os deputados Léo Loureiro (MDB) – vice-presidente, Cibele Moura (MDB), Davi Maia (UB), Jó Pereira (PSDB), Antônio Albuquerque (Republicanos) e Ricardo Nezinho (MDB).
De acordo com o Regimento Interno da Casa de Tavares Bastos, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação tem por finalidade analisar os aspectos constitucional, legal, jurídico, regimental e de técnica legislativa de projetos, emendas ou substitutivos sujeitos à apreciação da Assembleia ou de suas Comissões, para efeito de admissibilidade e tramitação.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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