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Rompimento de Antônio Albuquerque com Governo Estadual afeta aliados republicanos

Uma das aliadas dos Albuquerque afetada com o rompimento foi a suplente Sâmea Mascarenhas

18/04/2024 12h12 - Atualizado em 18/04/2024 18h06
Rompimento de Antônio Albuquerque com Governo Estadual afeta aliados republicanos

A ruptura entre o grupo capitaneado pelo deputado estadual Antônio Albuquerque (Republicanos) e o Palácio República dos Palmares, já começou a afetar os aliados da família Albuquerque. A suplente de Antônio Albuquerque parece ter sido o primeiro alvo.

O governador Paulo Dantas encaminhou para a Assembleia Legislativa dois vetos a projetos de lei de autoria de Sâmea Mascarenhas (Republicanos), que foram apresentados quando ocupou a vaga de Antônio na Casa de Tavares Bastos.

Os projetos vetados tratam da criação de passe livre para estudantes da Região Metropolitana, e um projeto que cria um museu de território industrial em Rio Largo.

O que chama atenção nos vetos do Executivo, neste caso, é que eles só aconteceram agora, após o rompimento com o grupo da família Albuquerque.

Além do desafeto entre Dantas e os Albuquerque, o veto aos projetos de Sâmea podem ser uma retaliação ao desconforto com o senador Renan Calheiros por negar uma composição com o pré-candidato a prefeito do MDB em Rio Largo.

O rompimento do Palácio com os Albuquerque pode acabar afetando as eleições em Messias. O Portal 7Segundos já trouxe uma análise sobre o apoio de Paulo Dantas a dois pré-candidatos na cidade: o atual prefeito Marcos Silva (Republicanos), e o presidente da Câmara Municipal Ary Cleiton (PDT).

Nada impede, agora, que o governador adote a candidatura de Ary que hoje tem o apoio do vice-governador Ronaldo Lessa.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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