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Vice-presidente da Braskem pede ao STF para ficar em silêncio durante CPI nesta terça (14)

Nesta quarta-feira (15), a CPI da Braskem irá entregar seu relatório final

14/05/2024 10h10
Vice-presidente da Braskem pede ao STF para ficar em silêncio durante CPI nesta terça (14)

O vice-presidente da Braskem, Marcelo de Oliveira Cerqueira, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para permanecer em silêncio durante sua ida ao Senado Federal para ser ouvido pelos integrantes da CPI da Braskem nesta terça-feira (14).

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de autoria do senador Renan Calheiros (MDB), convidou o executivo que trabalha na petroquímica há mais de 27 anos para prestar esclarecimentos sobre a ação da Braskem na cidade de Maceió.

O vice-presidente, no entanto, pediu ao Supremo para permanecer em silêncio e não responder os questionamentos dos integrantes da CPI. O direito de silêncio foi garantido, já que o vice-presidente da petroquímica é investigado e detém o direito de não se incriminar.

O presidente da CPI da Braskem, senador Omar Aziz (PSD-AM), antecipou que os questionamentos serão técnicos.

A convocação do vice-presidente da Braskem, Marcelo Cerqueira, e do engenheiro e responsável técnico pelas minas da mineradora, Paulo Roberto Cabral de Melo, foi aprovada na forma de convocação, ou seja, a presença dos dois é obrigatória.

Nesta quarta-feira (15), o relatório final da CPI da Braskem será apresentado pelo relator Rogério Carvalho (PT-SE) às 09h.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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