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Além de Davino, Jó Pereira e Luiz Romero podem deixar seus postos até quinta-feira (06)

O PP defende que seu partido indique o vice-prefeito na chapa de JHC

03/06/2024 11h11
Além de Davino, Jó Pereira e Luiz Romero podem deixar seus postos até quinta-feira (06)

A saída de Davi Davino Filho (PP) do secretariado do prefeito JHC (PL) foi confirmada pelo Diário Oficial desta segunda-feira (03). Entretanto, outros nomes do Progressistas podem deixar o primeiro escalão da administração municipal a fim de disputar as eleições.

O nome dentro do PP mais cotado para assumir a vaga de vice - caso JHC escolha compor com o partido de Lira - é o do ex-deputado Davi Filho. Mas a decisão não é do partido e sim de JHC que, mesmo optando pelo PP, baterá o martelo sobre o nome.

Com isso, podem deixar a pasta também o atual secretário de Saúde Luiz Romero (PP) e a secretária de Educação Jó Pereira (PP), esta última tendo perdido fôlego na disputa após reclamações da própria base do prefeito na Câmara Municipal.

Davi confirmou ao 7Segundos sua defesa para que o PP tenha um candidato a vice ou mesmo a prefeito, mesmo que não seja seu nome. Nas redes sociais, o ex-deputado já vem trabalhando sua imagem caso tenha que entrar em campo.

O prazo para a desincompatibilização - deixar o cargo para disputar a eleição - é na próxima quinta-feira (06).

Mesmo com um cardápio diversificado de nomes dentro do PP, a disputa pela vaga de vice de JHC está se desenhando entre Davi Filho e o senador Rodrigo Cunha.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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