Politicando
Kátia Born e Bárbara Braga podem deixar secretariado de Dantas até quinta-feira (06)
Ambas surgem como opção de vice-prefeita na chapa de Rafael Brito
A ideia inicial do MDB para as eleições de Maceió é conseguir uma composição com o PT. Longe de conseguir um consenso dentro do partido do presidente Lula, as movimentações para garantir um plano B podem levar as secretárias Kátia Born e Bárbara Braga a deixarem seus postos até esta quinta-feira (06).
Como já foi adiantado pelo Blog Politicando, a secretária de estado da Assistência e Desenvolvimento Social, Kátia Born (PDT), e a secretária estadual do Turismo, Bárbara Braga (PSB), são cotadas como vice na chapa de Rafael Brito a prefeito de Maceió.
As negociações para trazer o PT para o barco emedebista ficaram a cargo do deputado federal Isnaldo Bulhões e do senador Renan Calheiros. A composição com o PT traria maior tempo de rádio e TV, além de uma possível vinda de Lula ao palanque de Brito.
Em Alagoas, a percepção que se tem é que a candidatura de Ricardo Barbosa (PT) a prefeito de Maceió é para valer. A chapa petista já fechou acordo com o PSOL, que indicará um nome para vice-prefeito.
Parece que o jeito será mesmo escolher uma opção caseira para compor com a candidatura de Rafael Brito - que vem sofrendo problemas para decolar. O prazo legal para se descompatibilizar de cargos de chefia com o objetivo de disputar as eleições majoritárias - como vice ou até mesmo prefeito - é até esta quinta-feira (06).
Até o final do dia deve sair uma edição extra do Diário Oficial do Estado dando o indicativo de qual será o rumo da chapa emedebista em Maceió.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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