Politicando
Paulo Dantas e Rafael Brito ainda não descartam composição com o PT nas eleições de Maceió
O MDB vem tentando uma aliança com o Partido dos Trabalhadores já faz um tempo
A chapa do deputado federal Rafael Brito a prefeito de Maceió ainda não desistiu de ter o PT como aliado, nessa que será uma disputa nada fácil contra o atual mandatário da capital alagoana, JHC (PL).
Durante a eleição definitiva do diretório do PSB Alagoas, o governador Paulo Dantas e o pré-candidato a prefeito de Maceió, Rafael Brito, não descartaram a possibilidade de uma composição com o PT - que atualmente tem Ricardo Barbosa como seu pré-candidato.
Brito repetiu o discurso de entrevistas passadas e disse que ainda não é o momento de debater a escolha do vice. No entanto, o deputado federal deixou claro que há, ainda, possibilidade de uma composição não só com o PT mas também com o Solidariedade.
Rafael Brito revelou que os partidos ligados ao Palácio República dos Palmares estão dialogando para definir - ainda - qual será a estratégia para as eleições deste ano.
O governador Paulo Dantas reforçou que está havendo conversas com os partidos aliados e alinhados com o programa defendido por Rafael Brito.
Do lado do PT, segue a negativa de uma composição com o candidato do MDB. Ricardo Barbosa continua nas ruas fazendo sua pré-campanha e dialogando com representantes da sociedade civil.
Vale ressaltar que os nomes cotados para disputar a vaga de vice de Rafael Brito - Kátia Born e Bárbara Braga - não se descompatibilizaram. O MDB vai tentar, até o último momento, uma composição com o Partido dos Trabalhadores.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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