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Governistas em União dos Palmares acreditam que JHC não tem força para eleger um prefeito

O candidato do Kil tem o apoio de Renan Calheiros e de Arthur Lira

29/07/2024 17h05
Governistas em União dos Palmares acreditam que JHC não tem força para eleger um prefeito

O grupo ligado ao prefeito de União dos Palmares, Kil de Freitas (MDB), acredita que JHC (PL) não tenha força suficiente para eleger um prefeito na cidade. O mandatário da capital alagoana está apoiando Bruno Lopes contra o atual vice-prefeito, Júnior Menezes.

O grupo de Kil conta com apoios importantes. Toda a estrutura do governo do estado, como Renan Calheiros, Renan Filho e Paulo Dantas, além do deputado federal Arthur Lira, estão ao seu lado.

De acordo com Kil, não restou outra alternativa para Bruno Lopes a não ser buscar o apoio da família Caldas. Além do apoio de JHC, Bruno foi alçado ao cargo de presidente do PL em União dos Palmares.

Apesar da força de JHC em Maceió, Kil disse que o mandatário terá que andar muito para ter força no interior do estado.

“O JHC é muito forte em Maceió, mas precisa andar muito para ficar tão fortalecido no interior, principalmente em União dos Palmares”, disse Kil em entrevista à Rede Antena 7, na manhã desta segunda-feira (29).

Além da falta de saída de Bruno Lopes, o prefeito de União acredita que JHC tem dado seu apoio ao candidato da oposição de olho nos palanques de 2026, quando pretende disputar o governo do estado.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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