Politicando
Pesquisa mostra que pulverização da oposição em Rio Largo não tem dado certo
Candidato do prefeito, Carlos Gonçalves aparece com mais de 50% das intenções de voto
Uma recente pesquisa de intenções de voto dos eleitores de Rio Largo, Região Metropolitana de Maceió, aponta que a estratégia da oposição tem se mostrado falha. A pulverização de nomes que se colocam contrários à GG e seu candidato, não tem obtido êxito.
O levantamento DataSensus aponta que na pesquisa estimulada, quando são apresentados os candidatos, Carlos Gonçalves (PP) aparece com 51,2%, seguido por Isabelle Lins (PDT) com 12,6%, Professor Romildo (PL) com 8,7%, Pedro Victor (MDB) com 4,2%, Silvano (PT) com 0,7% e Dr. Ze Ivan (Solidariedade) com 0,4%. Branco/nulo somam 2,5% e indecisos 19,7%.
Os números mostram que a composição entre Izabelle Lins e Pedro Victor poderia ter sido levada em consideração pela cúpula do MDB. A junção de ambos, diante da pesquisa, ainda não aproximaria a ex-primeira-dama do candidato do GG, mas daria ao grupo oposicionista uma estrutura maior para disputar contra o sobrinho do prefeito.
A possibilidade de composição foi levantada por Izabelle e chegou a receber um apelo do vice-governador Ronaldo Lessa durante entrevista à Rede Antena 7.
Sem consenso, Pedro Victor, que não abre mão da candidatura, amarga números pífios, aparecendo ainda com 1,5% das intenções de voto na pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes para os entrevistados.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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