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Pesquisa mostra que pulverização da oposição em Rio Largo não tem dado certo

Candidato do prefeito, Carlos Gonçalves aparece com mais de 50% das intenções de voto

02/09/2024 11h11
Pesquisa mostra que pulverização da oposição em Rio Largo não tem dado certo

Uma recente pesquisa de intenções de voto dos eleitores de Rio Largo, Região Metropolitana de Maceió, aponta que a estratégia da oposição tem se mostrado falha. A pulverização de nomes que se colocam contrários à GG e seu candidato, não tem obtido êxito.

O levantamento DataSensus aponta que na pesquisa estimulada, quando são apresentados os candidatos, Carlos Gonçalves (PP) aparece com 51,2%, seguido por Isabelle Lins (PDT) com 12,6%, Professor Romildo (PL) com 8,7%, Pedro Victor (MDB) com 4,2%, Silvano (PT) com 0,7% e Dr. Ze Ivan (Solidariedade) com 0,4%. Branco/nulo somam 2,5% e indecisos 19,7%.

Os números mostram que a composição entre Izabelle Lins e Pedro Victor poderia ter sido levada em consideração pela cúpula do MDB. A junção de ambos, diante da pesquisa, ainda não aproximaria a ex-primeira-dama do candidato do GG, mas daria ao grupo oposicionista uma estrutura maior para disputar contra o sobrinho do prefeito.

A possibilidade de composição foi levantada por Izabelle e chegou a receber um apelo do vice-governador Ronaldo Lessa durante entrevista à Rede Antena 7.

Sem consenso, Pedro Victor, que não abre mão da candidatura, amarga números pífios, aparecendo ainda com 1,5% das intenções de voto na pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes para os entrevistados.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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