Politicando
Compradores de voto exigem que eleitores divulguem apoio nas redes sociais
As mídias digitais vêm ganhando cada vez mais espaço na disputa eleitoral
Além dos clássicos adesivo na fachada de casa, nome e cpf na lista, as lideranças comunitárias que atuam como compradores de votos de candidatos das mais diversas localidades da capital alagoana, passaram a exigir que os eleitores comprados publiquem em suas redes sociais “que está com o fulano de tal”.
O Blog Politicando recebeu denúncias sobre essa nova modalidade de compra de votos que tem chamado a atenção do eleitorado periférico.
Ao menos dois candidatos de peso estão exigindo o apoio “nas redes” como critério para compra de votos.
Nas associações de bairros o que mais se vê é a correria e reuniões de última hora. Os grandes ficam sempre de olho se o eleitor comprado mantém o apoio virtual ao candidato.
Dependendo do candidato, o apoio deve ser feito através da “bio” no Instagram, na foto do perfil, por meio dos stories e por fim, no status do Whatsapp.
Com o crescente uso das redes sociais como ferramenta de campanha, os políticos da “velha política” não querem ficar para trás e tentam encontrar um jeito de viralizar e atrair seguidores.
O poder público vai ter que se atualizar e ficar atento a essas novas práticas usadas para ludibriar o eleitor e perpetuar o que há de pior na política.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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