Politicando
Bancada feminina na ALE pode encolher ainda mais após eleições de outubro
Mulheres podem obter apenas 4 das 27 cadeiras da ALE
Com apenas quatro das 27 cadeiras na ALE, a bancada feminina pode viver um movimento de redução ainda maior a partir da 22ª legislatura, em 2027 - embora a depender de um cenário menos provável, também seja possível um crescimento.
Atualmente, seis deputadas integram a Casa de Tavares Bastos: Cibele Moura (MDB), Fátima Canuto (MDB), Flávia Cavalcante (MDB), Carla Dantas (MDB), Rose Davino (PP) e Gabi Gonçalves (PP).
Entretanto, conforme já decidido nos bastidores, Carla Dantas deixará a ALE para dar lugar a candidatura de Paulinho Mendonça, nome ‘oficial’ do governador Paulo Dantas. Já Flávia Cavalcante também já anunciou que deixa o mandato, que será disputado pelo pai, o líder da região norte Cícero Cavalcante.
Dessa forma, se nenhuma nova mulher conseguir vitória nas urnas, a ALE poderá ter um número menor de deputadas do que nas eleições de 2018, quando cinco delas obtiveram êxito eleitoral: Jó Pereira, Cibele Moura, Fátima Canuto, Flávia Cavalcante e Ângela Garrote.
Em contraponto, também há a possibilidade de crescimento da bancada, já que nomes como Ângela Garrote, Teca Nelma e Ceci Hermann tem chances medianas de assumir um mandato - além das atuais deputadas, que são favoritas nas urnas.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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