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Bancada feminina na ALE pode encolher ainda mais após eleições de outubro

Mulheres podem obter apenas 4 das 27 cadeiras da ALE

13/02/2026 17h05 - Atualizado em 13/02/2026 18h06
Bancada feminina na ALE pode encolher ainda mais após eleições de outubro

Com apenas quatro das 27 cadeiras na ALE, a bancada feminina pode viver um movimento de redução ainda maior a partir da 22ª legislatura, em 2027 - embora a depender de um cenário menos provável, também seja possível um crescimento.

Atualmente, seis deputadas integram a Casa de Tavares Bastos: Cibele Moura (MDB), Fátima Canuto (MDB), Flávia Cavalcante (MDB), Carla Dantas (MDB), Rose Davino (PP) e Gabi Gonçalves (PP).

Entretanto, conforme já decidido nos bastidores, Carla Dantas deixará a ALE para dar lugar a candidatura de Paulinho Mendonça, nome ‘oficial’ do governador Paulo Dantas. Já Flávia Cavalcante também já anunciou que deixa o mandato, que será disputado pelo pai, o líder da região norte Cícero Cavalcante.

Dessa forma, se nenhuma nova mulher conseguir vitória nas urnas, a ALE poderá ter um número menor de deputadas do que nas eleições de 2018, quando cinco delas obtiveram êxito eleitoral: Jó Pereira, Cibele Moura, Fátima Canuto, Flávia Cavalcante e Ângela Garrote.

Em contraponto, também há a possibilidade de crescimento da bancada, já que nomes como Ângela Garrote, Teca Nelma e Ceci Hermann tem chances medianas de assumir um mandato - além das atuais deputadas, que são favoritas nas urnas.

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O objetivo do blog é analisar a conjuntura política na capital e no interior de Alagoas.

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