Ronaldinho Gaúcho formava trisal e ex expõe detalhes da intimidade
Priscilla e Ronaldinho se conheceram em 2013 e ficaram seis anos juntos
Priscilla Alves Coelho, uma das ex-noivas de Ronaldinho Gaúcho, abriu o jogo sobre o trisal que mantinha com ele e Beatriz Souza, inclusive detalhes da intimidade entre quatro paredes. Apesar da relação a três, o sexo era apenas entre dois.
Elas, inclusive, tinham quartos separados. “Me interessava apenas que minha família e meus amigos soubessem e entendessem isso. Nunca vi nosso acordo como algo de outro mundo. Tive uma relação heterossexual com o Ronaldo”, disse ela ao jornal Extra.
“Eu tinha meu quarto com ele, e a Bia o dela com ele. Não dormíamos todos juntos. Tudo o que houve entre nós foi às claras. Ele nos propôs uma vida de casados porque disse que não conseguia viver sem as duas e nós éramos amigas, nos dávamos bem”, revelou.
Priscilla e Ronaldinho se conheceram em 2013 e ficaram seis anos juntos: “Passamos períodos de calmaria, mas Ronaldo começou a aprontar demais. Eu ficava sabendo de tudo e tentava largar. Ele vinha atrás, eu voltava”.
“Isso foi até 2017, quando ele me chamou para morar com ele. Eu não larguei meu emprego, mas fui com a esperança de um momento diferente. E foi assim, um ano maravilhoso. Viajamos, curtimos, Ronaldo estava mais sossegado, embora as resenhas fossem até de manhã muitas vezes por semana na nossa casa, as ‘amigas’ desapareceram e ele só estava comigo e com a Bia, como disse que faria. Até que começaram os problemas novamente”, contou.
Segundo ela, houve uma briga e Ronaldinho Gaúcho chegou a agredi-la: “Ele me jogou com toda a força no gramado da casa do vizinho. Aquilo foi tão surreal, tão imprevisível. Ronaldo nunca agiu daquela forma. Eu saí falando que tínhamos que conversar porque ele não tinha me achado no lixo, que eu não ia embora daquela forma”.
“Passei a madrugada naquele canteiro, machucada, arranhada por espinhos, porque tinha uma roseira. Só voltei de manhã. Ele sumiu. Mandei mensagem. Ele perguntou se eu ainda estava lá e me bloqueou. Eu chorei até de tarde. Não comi. Eu estava sem chão. No fim, pedi a empregada, Graça, que me ajudasse, arrumei 11 malas, enfiei no meu carro e fui embora”, afirmou.
Vale lembrar que ela está abrindo um processo contra o ex-jogador. Segundo o jornal Extra, o juiz responsável pelo caso aceitou a solicitação de pensão compensatória em referência à reivindicação de reconhecimento de união estável, que corre na 1ª Vara de Família, no Rio de Janeiro. Dessa forma, a moça passará a receber durante um período cerca de R$ 100 mil por mês.
No entanto, para que isso aconteça, o R10 tem que ser encontrado. Atualmente, Ronaldinho não está ficando em sua casa no Rio de Janeiro, e sim em Porto Alegre, onde possui um haras e parte da família. Até então, o craque não foi citado.
“Pela primeira vez estou falando sobre esse processo porque agora existe uma decisão a ser cumprida. Ganhei a chance de receber pelo que passei em todos estes seis anos, e nos dois últimos principalmente. Meu advogado pediu equiparação ao mesmo estilo de vida que ele leva. Vou poder pagar minhas dívidas, seguir com meus planos e projetos. Agora, é questão de tempo para ele ser encontrado”, disse Priscilla.
De acordo com a publicação a ex-noiva do famoso até precisou trabalhar como motorista de aplicativo por um tempo. No entanto, já retomou seu trabalho em marketing digital, o mesmo que tinha antes e durante a relação com Gaúcho. “A única pessoa naquela casa que trabalhava era eu. Porque até ele já se aposentou”, disparou.
Vale lembrar que Coelho vivia um relacionamento com Ronaldo juntamente com Beatriz Souza, que também era noiva do ex-atleta. “Me interessava apenas que minha família e meus amigos soubessem e entendessem isso. Nunca vi nosso acordo como algo de outro mundo”, pontuou.
“Tive uma relação heterossexual com o Ronaldo. Eu tinha meu quarto com ele, e a Bia o dela com ele. Não dormíamos todos juntos. Tudo o que houve entre nós foi às claras. Ele nos propôs uma vida de casados porque disse que não conseguia viver sem as duas e nós éramos amigas, nos dávamos bem”, completou.
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