Luxemburgo isenta Dudu após expulsão e revela testes para fase final do Paulistão
'Não houve porrada, não houve briga, não houve nada', critica o técnico da equipe alviverde

Expulso aos 48 minutos do segundo tempo por causa de uma discussão com o meia João Paulo, da Ponte Preta, o atacante Dudu foi isentado de culpa pelo técnico Vanderlei Luxemburgo após a vitória do Palmeiras por 1 a 0, no sábado, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP), pela quinta rodada do Campeonato Paulista. O comandante alviverde criticou, sim, a arbitragem da partida, que foi de Douglas Marques das Flores.
"Eu acho a expulsão do Dudu e do garoto da Ponte Preta uma baita de uma bobagem. Sem necessidade. Não houve porrada, não houve briga, não houve nada. Só para dizer eu sou juiz e eu que mando. Faltou calma para o Dudu? Coisa de jogo. Jogando pelada, vocês já não xingaram? Achei bobagem ele prejudicar duas equipes para a próxima rodada para mostrar que manda no jogo", disse Luxemburgo.
Com o cartão vermelho recebido, Dudu ficará de fora da partida que marcará a inauguração do gramado sintético do estádio Allianz Parque, em São Paulo. No próximo domingo, o time enfrenta o Mirassol em sua arena, pela sexta rodada.
Líder do Grupo B com 10 pontos, o Palmeiras briga com Santo André e Novorizontino pelas duas vagas às quartas de final do Paulistão. Luxemburgo já está pensando no futuro e explicou quais testes fez no time titular diante da Ponte Preta.
"Daqui a pouco entra a fase decisiva e estou fazendo alguns testes. O Zé Rafael é um jogador lento para jogar de lado. Mas hoje (sábado) fiz duas experiências com ele. Primeiro de segundo volante e depois com mais um do lado. E ele começou a sair para o jogo. Ele tem mostrado ser um bom ladrão de bola sem fazer a falta. Poder de marcação. Ele encontrou um espaço para ele. Se vai continuar ou não é outra coisa", comentou.
Sobre o jogo em Campinas, Luxemburgo elogiou a movimentação de Luiz Adriano, autor da assistência para o gol de Willian, e lembrou do Palmeiras treinado por ele próprio na década de 90.
"Se vocês pegarem lá atrás, eu tinha o Edmundo pela direita, o Edilson pela esquerda e o Evair voltava um pouquinho. O Luiz Adriano tem essa característica de voltar para negociar a bola de um lado para o outro. Ele sai, alguém acompanha e cria outras situações. Eu acho que foi algo que eu queria experimentar, o time jogou muito bem. Poderíamos ter feito mais gols, mas estamos levando três pontos importantes", completou.
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