Atacante do CSA relata casos de racismo ao longo da carreira: “Não é vitimismo”
Diego Maurício deu entrevista para o SporTV e falou sobre o tema
Diego Maurício, de 28 anos, já enfrentou o preconceito racial em vários momentos ao longo da vida. Em entrevista ao canal SporTV, o atacante do CSA, que tem passagens por cinco países, relatou situações de racismo que sofreu na Rússia e no Brasil e chamou atenção para os protestos que têm acontecido mundo afora pelo assassinato de George Floyd, homem negro asfixiado por um policial branco nos Estados Unidos.
– Não é guerra de um contra o outro. Tivemos que ver uma morte brutalmente acontecer nos Estados Unidos para as pessoas prestarem atenção. De repente, se não tivesse essa filmagem, não teriam esses atos de pessoas reivindicando a igualdade. Passei diversas coisas no futebol, mas as cosias são assim desde que nasci e sei que tenho que matar um leão todo dia, mostrar para as pessoas que tenho valores e me tornar visível para as pessoas.
O atacante destacou que o racismo, infelizmente, faz parte do seu cotidiano.
– Eu sinto a todo momento, não é vitimismo. Vou num lugar com meu carro, por exemplo, policial me para já questionando além dos documentos. Minha esposa é branca, ela e eu estávamos num posto para colocar gasolina, quando abaixei o vidro e pedi para o frentista, um policial me tirou do carro e me levou para o canto. Me senti muito mal, ele perguntou o que eu estava fazendo com ela, se eu tinha sequestrado. Ela diariamente vê o que acontece
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