Diniz não se surpreende com postura do Botafogo e fala em desgaste ‘físico e emocional’ do Fluminense
Técnico diz que já esperava superioridade do Alvinegro, e cita esgotamento do Tricolor após duelo contra o Internacional
O Fluminense perdeu por 2 a 0 para o Botafogo, em jogo válido pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro foi amplamente superior ao Tricolor, que não conseguiu conter a pressão do adversário. Em coletiva, o técnico Fernando Diniz analisou a partida, disse não ter se surpreendido com a postura do rival e falou em esgotamento físico e emocional do time.
- Não teve surpresa taticamente. Logo no início, a gente errou uma bola, eles fizeram uma transição rápida. Quase tudo que fizeram foram jogadas verticais, é a característica deles, eles mereceram a vitória. Não teve surpresa nenhuma - disse, antes de prosseguir:
- A gente tem de sofrer a dor da derrota e corrigir. Teve uma diferença de intensidade no começo do jogo, o que foi determinante para o Botafogo vencer a partida. A gente teve jogo desgastante na quarta, um jogo heroico, no qual o time lutou muito, e esvaziou totalmente o tanque tanto de energia física quanto emocional. Embora a gente tenha tentado, não conseguimos recuperar a equipe -, ponderou.
VEJA OUTRAS RESPOSTAS:
Fase de Ganso
- Ele está buscando o melhor momento. É um jogador que sempre falo que tem genialidade e é extremamente técnico, e decidiu muito desde que cheguei. Temos total confiança e sei que não é fácil voltar ao melhor ritmo. Sabemos que é aos poucos que ele vai retomar. A torcida gosta muito dele e vai ser questão de tempo para voltar ao ritmo do Ganso.
Opção por mexer no time e colocar André na zaga
- Nossa ideia é sempre fazer o melhor possível no Brasileiro e hoje não conseguimos. Ideia para tirar o Marlon e botar o André era empurrar o time. Na parada técnica dava para dar mais instrução. Na medida do possível o time melhorou, mas não fez partida brilhante.
Emocional do time até a final da Libertadores
- Vamos tratar com a maior simplicidade do mundo, porque não tem mágica. Vamos continuar trabalhando do jeito que trabalhamos: melhor possível todos os dias. É a melhor maneira de chegar. Não tem nada específico e se precisar poupar, vamos poupar. Vamos seguir com o que sempre fizemos. A ansiedade que tem no torcedor e na gente é algo que só conseguimos focando no dia a dia. Até dia 4 temos que focar no dia a dia.
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