Servidores de AL são convocados para explicar acumulações ilícitas de cargos
A Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), por meio da Comissão de Acumulação de Cargos (CAC), iniciou nesta segunda-feira (20), a convocação de servidores públicos para averiguar possíveis acumulações ilícitas de cargos públicos remunerados. A lista foi publicada no Diário Oficial do Estado (Doeal).
Na semana passada, o Governo de Alagoas apresentou um levantamento solicitado pelo Ministério Público Estadual (MPE/AL) onde constava que 240 servidores estariam acumulando cargos públicos de forma irregular, alguns com até quatro vínculos diferentes, nas esferas federal, estadual e municipal, na Assembleia Legislativa (ALE) e na Câmara Municipal de Maceió (CMM).
De acordo com o secretário do Planejamento e Gestão, Christian Teixeira, a crise econômica tem levado o governo estadual a fazer uma verdadeira força-tarefa em sua estrutura, com o objetivo evitar o desperdício do dinheiro público.
Os servidores identificados com múltiplos cargos públicos devem prestar esclarecimentos e apresentar documentos acerca de suas situações funcionais. Em casos específicos, os servidores poderão fazer a escolha por um dos cargos que ocupam, a fim de regularizar a sua situação perante o Estado.
Últimas notícias
PF prende Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, a pedido de Moraes
Vítima constante de agressões dentro de casa, mulher aciona polícia contra o companheiro
Confusão em borracharia vai parar na delegacia em Palmeira dos Índios
Homem é alvo de atentado a tiros em Maceió e sobrevive após ser socorrido
Polícia Militar é acionada para falsa ocorrência de sequestro em hospital de Arapiraca
Homem é atingido no queixo por pedrada durante agressão sem motivação aparente em Arapiraca
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
