Maternidade de Risco Habitual deverá iniciar obras em até 60 dias
Renan Filho assinou, nesta segunda-feira (27), ordem de serviço para a demolição da retífica onde será construído o novo complexo de saúde
A saúde pública avança em mais uma frente de apoio às necessidades da população alagoana. Depois de oficializar o contrato para a construção da nova maternidade de Risco Habitual no Estado, o governador Renan Filho assinou, nesta segunda-feira (27), a ordem de serviço para a demolição do prédio que abriga uma antiga retífica. O loca, que fica ao lado da Maternidade Santa Mônica,l será sede do novo complexo de saúde.
Há mais de 30 anos sem implantar um hospital na capital Maceió, a construção da maternidade marca o inicio do projeto de transformações na oferta e qualidade de serviços disponíveis em Alagoas. Com mais leitos, novos equipamentos, além de espaços de enfermaria, clinicas e terapias intensivas, as gestantes contarão com um local digno para ter seus filhos, como ressalta Renan Filho.
“Estamos mudando a forma de contar a história da saúde pública em Alagoas. É preciso estar conectado com a realidade, há uma superdemanda no Estado e ela tem que ser assistida. Em dois meses iremos demolir a retífica para construir um prédio de sete andares dentro da atual tendência do segmento e proporcionar mais capacidade de atendimento aos alagoanos”, avalia o governador.
Com previsão para início das obras em até 60 dias e término de um ano e meio, a maternidade será o único complexo público a atender gestantes de risco habitual. No total, serão 113 leitos, sendo dez de Unidades de Terapia Intensiva para adultos, três enfermarias Canguru e 30 clínicas. A oferta de serviços de nefrologia e atendimento de Unidade de Cuidados Intermediários também serão disponibilizados no local.
Ampliação da saúde
Aliada à implantação da Maternidade de Risco Habitual, o Estado assume o compromisso de construir mais três novas unidades de saúde em Maceió. Junto com o Hospital de Clínicas, o hospital Metropolitano e da Criança irão liderar as mudanças no projeto de ampliação da saúde pública em Alagoas. No interior, outros quatro complexos serão desenvolvidos paralelamente.
“Com estes programas, vamos mudar a forma de fazer saúde pública no Estado. Para fortalecer a descentralização dos atendimentos na capital, apostamos na construção de hospitais regionais com capacidade resolutiva de até 95% dos problemas. A partir de aplicações do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), além de Maceió iremos ampliar o acesso à saúde inicialmente nos municípios de União dos Palmares, Viçosa, Delmiro Gouveia e Porto Calvo”, destaca Renan Filho.
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