Em nota, Sindpol classifica como infeliz fala de governador sobre morte de policial
O Sindicato dos Policiais Civil de Alagoas (Sindpol) classificou como infeliz a fala do governador Renan Filho (PMDB), sobre a morte do policial civil José Clério, durante um assalto a um coletivo próximo ao terminal do Village na noite do dia 21 de julho. Segundo a nota emitida pelo Sindicato na tarde desta segunda-feira (25), o governador teima em afirmar que a profissão não é considerada de risco e que o agente teria morrido porque reagiu a ação dos criminosos.
Na nota, o Sindpol afirmou que Renan Filho desconhece os fatos que culminaram na morte de José Clério e ressalta que as investigações iniciais não teriam apontado reação ao assalto e nenhum tipo de confronto. Para o Sindicato, o agente foi executado por ter sido reconhecido.
“O governador faz uma declaração infeliz e ainda teima em dizer que a profissão de policial civil não é de risco. Isso confirma que o governador não tem política de segurança pública para combater a violência. Por isso, não cumpriu o compromisso com os alagoanos de que ele próprio iria tomar conta da pasta da Segurança Pública”, expôs a nota.
O Sindicato finalizou a nota questionando a violência que vitima não apenas a sociedade, mas também agentes da segurança, treinados para o enfrentamento à criminalidade e pediu melhores condições de trabalho.
“Quantos policiais civis precisarão morrer no combate à violência para que o governador mude o seu entendimento? O Sindicato cobra o pagamento da periculosidade devido ao risco de vida ser inerente à atividade policial.
Confira a nota na íntegra:
O Sindicato dos Policiais Civil de Alagoas (Sindpol) classificou como infeliz a fala do governador Renan Filho (PMDB), sobre a morte do policial civil José Clério, durante um assalto a um coletivo próximo ao terminal do Village na noite do dia 21 de julho. Segundo a nota emitida pelo Sindicato na tarde desta segunda-feira (25), o governador teima em afirmar que a profissão não é considerada de risco e que o agente teria morrido porque reagiu a ação dos criminosos.
Na nota, o Sindpol afirmou que Renan Filho desconhece os fatos que culminaram na morte de José Clério e ressalta que as investigações iniciais não teriam apontado reação ao assalto e nenhum tipo de confronto. Para o Sindicato, o agente foi executado por ter sido reconhecido.
“O governador faz uma declaração infeliz e ainda teima em dizer que a profissão de policial civil não é de risco. Isso confirma que o governador não tem política de segurança pública para combater a violência. Por isso, não cumpriu o compromisso com os alagoanos de que ele próprio iria tomar conta da pasta da Segurança Pública”, expôs a nota.
O Sindicato finalizou a nota questionando a violência que vitima não apenas a sociedade, mas também agentes da segurança, treinados para o enfrentamento à criminalidade e pediu melhores condições de trabalho.
“Quantos policiais civis precisarão morrer no combate à violência para que o governador mude o seu entendimento? O Sindicato cobra o pagamento da periculosidade devido ao risco de vida ser inerente à atividade policial.
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