Pescadores voltam a interditar avenida e cobram pagamento de benefício atrasado
Pescadores voltaram a interditar a avenida Assis Chateaubriand, localizada no bairro do Jaraguá, em Maceió, na manhã desta quinta-feira (5), após interditarem na manhã de ontem (4). Eles cobram o pagamento do benefício Seguro-Defeso, do governo federal e pago pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
O Seguro-Defeso é um benefício recebido pelos pescadores nos períodos de reprodução dos peixes, quando é proibida a atividade pesqueira. Os pescadores deveriam ter recebido o salário em dezembro de 2016, e só poderão voltar a pescar a partir do dia 15 de janeiro. Até lá, eles precisam do benefício para sobreviverem.
A avenida ficou bloqueada por pneus e móveis velhos queimados nos dois sentidos em frente a Associação Comercial de Maceió. Houve congestionamento.
O motivo da nova interdição, segundo os pescadores, é que após o protesto de ontem, ficou acordado junto ao Gerenciamento de Crises da Polícia Militar uma reunião a ser realizada na manhã de hoje, o que não aconteceu.
De acordo com eles, a interdição permanecerá até eles obterem informações efetivas sobre o pagamento.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
