'Prefiro ser impopular a ser populista', diz Temer a revista inglesa
Em entrevista à revista inglesa "The Economist", o presidente Michel Temer (PMDB) afirmou que prefere "ser impopular do que ser populista" e relativizou críticas de que seu governo seria ilegítimo.
Questionado pela publicação a respeito de pichações com o slogan "Fora Temer", o presidente afirmou se tratar de uma mostra da "vibrante democracia" do país.
O peemedebista afirmou à "Economist", em conversa publicada nesta quinta-feira (9), que entregará para seu sucessor em 2019 um país "de volta aos eixos".
Além disso, Temer citou sua própria aposentadoria para defender a reforma da Previdência, um dos principais pontos de seu programa e também uma das maiores polêmicas. O peemedebista, hoje aos 76 anos, se aposentou aos 55 anos.
À publicação, o presidente afirmou que as reformas propostas por seu governo servirão para "proteger os programas sociais" e defendeu uma reforma política. "O Brasil não tem partidos, tem acrônimos", afirmou.
A respeito do julgamento da ação no Tribunal Superior Eleitoral que pede a cassação da chapa que elegeu Dilma Rousseff e Temer em 2014, o peemedebista afirmou estar "tranquilo" e reafirmou que as doações recebidas foram feitas de maneira legal.
Veja também
Últimas notícias
Luciano Marinho, vereador mais votado de Maceió, declara apoio à pré-candidatura de Arthur Lira
Homem é preso após receber encomenda de 4,7 kg de maconha em Rio Largo
Árvore cai, derruba poste e atinge residência no bairro da Jatiúca, em Maceió
Francisco Sales: Braskem teria escondido por 30 anos informações sobre afundamento em Maceió
Alagoas registra a maior taxa de analfabetismo do país em 2025, diz IBGE
Chuvas: Semarh alerta para estado de atenção neste fim de semana em Alagoas
Vídeos e noticias mais lidas
Profissionais de saúde são contratados para substituir doentes por covid-19
Prefeitura anuncia inauguração da avenida Senador Benedito de Lira com Raí Saia Rodada
Corpo é encontrado em estado de decomposição em Teotônio Vilela
Após demissão de Moro, Bolsonaro fará declaração às 17h
