Maceió e Agreste têm o pior índice de desenvolvimento sustentável no país
O Agreste de Alagoas e Maceió são as regiões com pior índice de Desenvolvimento Sustentável do país. É o que aponta um estudo publicado pela revista Pnas, e realizada por um grupo de pesquisadores da Santa Fé Institute e da Universidade do Arizona, no EUA. A pesquisa levou em conta os dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010 e analisou 38 regiões metropolitanas do Brasil.
Para chegar a este resultado, o grupo utilizou critérios como saneamento básico, acesso à água tratada, eletricidade e moradia, para servir de parâmetro aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). Quanto mais próximo de 1 ponto, mais sustentável a região é considerada. Novamente Alagoas fica na lanterna desse ranking, com destaque para Maceió (0, 6293) e o Agreste de Alagoas que teve o pior índice brasileiro ( 0,4810).
Por outro lado, Curitiba foi a metrópole mais bem avaliada no Brasil, com uma pontuação de 0,9597. Em seguida vem regiões da Foz do Rio Itajaí, em Santa Catarina, com 0,9591 e Campinas, em São Paulo, com 0,9507.
Salvador é região metropolitana do Nordeste na melhor posição, em 6º lugar no país, com 0,8153. Fortaleza é a 2ª nordestina (0,8153) e que ficou na colocação 21ª no Brasil, e Recife, no 22º lugar do ranking, sendo a terceira do Nordeste, com 0,8087.
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