McDia Feliz bate recorde de arrecadação e doa mais de R$ 150 mil para a Apala
Apala usará recurso na continuidade do programa do diagnóstico precoce
O McDia Feliz, a maior campanha em prol da cura do câncer infantojuvenil do país, arrecadou o valor recorde de R$ 25.352.836,25 em 2017. A Associação dos Pais e Amigos dos Leucêmicos de Alagoas (Apala), em Maceió, participante da 29ª edição desta mobilização, que é coordenada nacionalmente pelo Instituto Ronald McDonald, irá receber R$ 156.392,04. Com o valor, a instituição irá investir na reestruturação da sala de aula da Apala e na continuidade do programa do diagnóstico precoce.
Faz parte desse valor os recursos arrecadados pela venda de tíquetes antecipados vendidos pela Apala, além de produtos promocionais com a marca da campanha e a doação de pessoas físicas e jurídicas.
“O resultado do McDia Feliz 2017 nos surpreendeu porque batemos a meta do ano passado, graças a sociedade alagoana que acredita em nosso trabalho. Muito obrigada Alagoas”, afirma Rosa Fernandes, presidente da Apala.
O valor arrecadado será destinado na reestruturação da sala de aula da Apala e na continuidade do programa do diagnóstico precoce, que capacita profissionais da área de saúde dos 102 municípios alagoanos para o diagnóstico precoce do câncer.
“Esse resultado é muito importante para nós, pois garante a manutenção de dezenas de projetos em prol dessa causa tão importante. No início do ano foram estimados 12.600 novos casos de câncer, que é a principal causa de mortes por doença entre crianças e adolescentes de zero a 19 anos no país. Por isso, é muito gratificante saber que, com esse valor, será possível aproximar cada vez mais famílias da cura do câncer infantojuvenil”, afirma Francisco Neves, superintendente do Instituto Ronald McDonald.
Já são 29 anos de história. A campanha que começou no Brasil arrecadando recursos para apenas uma instituição, a Ação Social de São Paulo, foi crescendo ano após ano e já arrecadou cerca de R$ 255 milhões destinados ao combate do câncer infantojuvenil.
Os números de arrecadação multiplicaram em cinco vezes desde 2000, sendo possível beneficiar cada vez mais instituições, viabilizando a implantação de unidades de internação, ambulatórios, salas de quimioterapia, casas de apoio e unidades de transplante de medula óssea e ampliação do programa Diagnóstico Precoce.
O impacto nos números da doença é visível: há 30 anos, as chances de cura eram de 15% e hoje podem chegar a 80%, se a doença for diagnosticada precocemente e tratada de maneira adequada em centros de referência.
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