Vereador deve responder por captação ilícita de sufrágio, compra de votos e corrupção eleitoral
Outras quatro pessoas são investigadas
A Polícia Federal concedeu coletiva à imprensa na manhã desta quarta-feira, dia 1°, e deu detalhes da Operação ‘Pense Maceió’ que teve como alvo o vereador Antonio Holanda e outras pessoas ligadas ao parlamentar mirim.
A Operação foi deflagrada nas primeiras horas de hoje e recebeu esse nome em referência a uma Organização Não Governamental (ONG) ligada ao político. A presidente da ONG é uma servidora lotada no gabinete do vereador e a PF suspeita que a ONG tenha sido usada em período eleitoral para favorecimento político na camapanha de 2016.
O delegado federal Daniel Silvestre e o superintendente da PF, Bernardo Gonçalves, esclareceram que as investigações tiverem início em fevereiro deste ano, depois de o Ministério Público denunciar o caso.
A PF cumpriu mandado de busca e apreensão na Câmara de Vereadores de Maceió e em outros pontos da cidade ligados ao vereador. Além de Holanda, outras quatro pessoas dão investigadas no suposto esquema em que atendimento médico era usado como moeda de troca para votos. Três dos investigados são ligados à ONG.
Holanda deve responder por captação ilícita de sufrágio, compra de votos e corrupção eleitoral.
Últimas notícias
Agentes da Guarda de Maragogi concluem treinamento tático de alto nível
Caso Naiane: Marido de jovem encontrada morta entrega documentos à polícia
MPAL reforça preservação da Caatinga durante evento no Sertão de Alagoas
HIV: dois novos casos de cura são anunciados; total chega a 13
Hemoal tem apenas 25% do percentual mínimo de sangue necessário
Polícia apreende drogas, armas e recupera veículos após confronto em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
MP sugere caminhões frigoríficos para armazenar corpos de vítimas da Covid-19
Nova lei reorganiza efetivo da PM de Alagoas; entenda o que muda
Governo de Alagoas entrega restauração da rodovia AL-105 em julho
PM da Rotam é encontrado morto em apartamento na Pajuçara, em Maceió
