Jovem negro tem 12,7 vezes mais risco de ser assassinado em AL, aponta pesquisa
Índice faz parte de uma pesquisa desenvolvida pela Secretaria Nacional de Juventude, Unesco no Brasil e Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Jovens negros têm 12,68 vezes mais risco de ser assassinados em Alagoas do que jovens brancos. É o que aponta o Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência 2017 (IVJ), divulgado nesta segunda-feira (11). O índice faz parte de uma pesquisa desenvolvida pela Secretaria Nacional de Juventude, Unesco no Brasil e Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O mesmo levantamento mostra que a taxa de mortalidade entre jovens negras, na faixa etária de 15 a 29 anos, foi de 10,7 mortes por 100 mil habitantes, respectivamente. Não foi possível calcular a razão entre as duas taxas por não ter sido registrado nenhum homicídio a mulher branca da mesma faixa etária, no período analisado.
No topo da desigualdade entre as taxas de homicídio aparecem o Rio Grande do Norte, onde jovens negras morrem 8,19 vezes em comparação a jovens brancas. Já no Amazonas, o índice é de 6,97. Apenas no Paraná, jovens brancas morreram mais do que as negras.
O IVJ 2017 analisou dados como mortalidade por homicídios e por acidentes de trânsito, frequência à escola, escolaridade e inserção no mercado de trabalho. O estudo conclui que a cor da pele é um fator de risco e que existe "brutal desigualdade que atinge negros e negras até na hora da morte".
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