Gracyanne Barbosa é processada em R$ 260 mil por loja de suplementos
Gracyanne Barbosa é alvo de um processo que corre na 5ª Vara Cível do Foro de Araraquara, São Paulo, desde abril deste ano. Ela é acusada de não honrar compromissos com uma loja distribuidora de suplementos alimentares.
A reportagem do UOL apurou que a modelo fitness tinha contrato com a empresa Musculação Feminina, mas não cumpriu ações que faziam parte do acordo. A mulher de Belo foi processada em R$ 260 mil na ação que ainda corre na Justiça.
Dentre as obrigações, segundo a ação, Gracyanne deveria fazer posts no Instagram e participar de eventos pré-determinados com a camiseta da marca. Além de descumprir tais cláusulas, ela é acusada de fechar acordos com duas empresas concorrentes, a Max Titanium e a SNC -- ambas distribuidoras de suplementos alimentares.
Como o contrato com a Musculação Feminina era de exclusividade, Gracyanne não poderia fazer propagandas para empresas do mesmo segmento, diz a empresa. A Musculação Feminina alega ainda no processo que a propaganda foi feita simultaneamente para a concorrência e, por isso, pediu quebra de contrato.
Procurado pelo UOL, o advogado da modelo disse que deve se pronunciar em breve sobre a ação. Recentemente, ela teve a conta bancária bloqueada por não pagar indenização a um vizinho.
Veja também
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
