Situação fiscal de Alagoas é destaque entre especialistas
Estado cortou 30% dos cargos comissionados e encerrou cinco secretarias
Os estados de Alagoas, Paraná, Ceará, Maranhão e Piauí foram os únicos cujas contas não se deterioraram nos últimos três anos. Com um déficit de 3 bilhões de reais em 2017, a situação de São Paulo ficou estável no período. Alagoas é um destaque e um levantamento feito pelo economista Raul Velloso, que analisou a situação fiscal das 27 unidades da federação.
Apesar de altamente endividado, o estado fez um ajuste fiscal que melhorou suas contas: o resultado passou de um déficit acumulado de 548 milhões de reais, entre 2011 e 2014, para um superávit de 943 milhões de reais. Para isso, foi necessário adotar medidas como a redução de 30% no número de cargos comissionados e o fim de cinco secretarias estaduais. Investimentos, só se houvesse recursos da União.
O governo de Renan Filho (PMDB) conseguiu elevar a receita, alterando seus tributos. A alíquota do ICMS sobre produtos supérfluos, como joias, passou de 12% para 27%, enquanto a do álcool caiu de 25% para 23%. Essas alterações também fizeram com que a avaliação do Tesouro em relação à capacidade de pagamento do Estado saísse de C, em 2016, para B, em 2017.
Veja também
Últimas notícias
PM usa bombas de gás lacrimogêneo para dispersar opositores de Flávio Bolsonaro perto da Avenida Paulista
Quaest: Lula e Flávio empatam em 41% no 2º turno
Mulher morta a facadas em Arapiraca é identificada
Renato Filho denuncia bets por venderem falsas promessas
“A gente vai libertar Alagoas e vai libertar o Brasil”, afirma Cabo Bebeto no 7 de setembro
Antonio e Nivaldo Albuquerque arrastam multidões em Maceió, Rio Largo e outros municípios no feriadão
Vídeos e noticias mais lidas
Cliente denuncia demora na entrega de carro após pagar quase R$ 110 mil
Jovem de 24 anos é baleado na mão e suspeitos fogem em São Sebastião
Ajustes no texto adiam votação da MP que acaba com a chamada taxa das blusinhas
ASA vence Goiatuba nos pênaltis e garante acesso á Série C
