Procon realiza fiscalização em farmácias e hospitais da capital
O Procon, junto com técnicos do Conselho Regional de Farmácia, reiniciou na manhã desta quinta-feira (19) fiscalização a farmácias e hospitais da capital alagoana. A fiscalização começou na quarta-feira (17) e deve ocorrer também amanhã (20). O 7Segundos conversou com Alex Paranhos, coordenador de fiscalização do Procon Maceió que explicou como tudo funciona. “ O papel do Procon é verificar a validade dos medicamentos comercializados e isso está previsto no código do consumidor. Se um consumidor usar um remédio fora da validade pode sofrer danos maiores para sua saúde. ”
As fiscalizações começaram ontem e seguem até amanhã. Hoje o Procon deve concentrar seu trabalho na parte baixa de capital alagoana e amanhã, farmácias e unidade de saúde da parte alta devem ser alvo do órgão.
Em casos de autuação, farmácias e hospitais terão prazo para se regularizarem, mas se isso não acontecer as multas podem variar de R$ 2 mil até R$ 5 milhões. Os estabelecimentos também podem ser interditados temporariamente, até ajustes, ou fechados de modo permanente.
Farmacêutico
O Conselho Regional de Farmácia está fazendo as verificações sobre a atividade dos farmacêuticos nesses estabelecimentos. Todas as farmácias em funcionamento precisam ter um farmacêutico de plantão contrato e presente no horário de funcionamento das devidas unidades. A contratação por si só não é suficiente do ponto de vista legal. O farmacêutico deve ser homologado no Conselho Regional de Farmácia. “É o estabelecimento que deve fazer isso junto ao Conselho, o chamado RT, que é o Responsável Técnico,” explica Paranhos.
Fiscalizações
Sobre as fiscalizações, Paranhos esclarece que algumas irregularidades foram encontradas. “Encontramos alguns produtos vendidos fora da validade e foram retirados de circulação, além de uma farmacêutica sem homologação, mas de modo geral foi tranquilo, sem ocorrências mais graves. As empresas foram notificadas,” alega o coordenador.
Paranhos lembrou ainda que o Procon tem poder de polícia administrativa e, portanto, o proprietário não pode barrar a entrada da equipe em seu estabelecimento. “Até porque se fizer isso pressupõe que alguma coisa esteja errada. Podemos entrar sim, desde que com a devida identificação,” esclarece o coordenador que ainda alerta que o Procon deve dar continuidade a essas e outras fiscalizações competentes ao órgão.
Últimas notícias
Operação busca suspeitos de matar jovem jogador de 15 anos em Maceió
Cabo Bebeto questiona números apresentados sobre educação em Alagoas
Após sete meses, Kel Ferreti tem prisão revogada e responderá em liberdade
Renan reafirma apoio à Lula e diz que juntos podem fazer muito mais por AL
Homem morre após se engasgar com cuscuz durante almoço em Arapiraca
Projeto de Alexandre Ayres quer barrar publicidade de bets em espaços públicos de AL
Vídeos e noticias mais lidas
MP sugere caminhões frigoríficos para armazenar corpos de vítimas da Covid-19
Comandante da PM emociona em homenagem a coronel que morreu após mal súbito
Cliente denuncia demora na entrega de carro após pagar quase R$ 110 mil
Abastecimento do Tabuleiro é paralisado para conserto de rompimento em adutora
