Procon Alagoas e Maceió recebem reclamações de consumidores
Equipes de fiscalização estão acompanhando qualquer mudança nos preços
Até o momento, o Procon Maceió ainda não recebeu nenhuma reclamação acerca de abuso nos preços de combustíveis e alimentos, decorrido da greve dos caminhoneiros no país.
O diretor-executivo do Procon Maceió, Leandro Almeida, informou que as principais reclamações são as enormes filas nos postos de gasolina. Ele ainda lembrou que o órgão está em contato com o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) para adoção de uma ação conjunta, pois o problema é nacional e extrapola a competência da instituição.
Leandro ainda colocou que qualquer denuncia, o consumidor pode entrar em contato com o Procon Maceió pelo telefone 0800 082 4567 ou Whatsapp 98882-8326.
Já o Procon Alagoas recebeu cerca de 50 denúncias sobre a prática abusiva na cobrança do preço do combustível em todo o estado.
De acordo com o órgão estadual, os postos que foram denunciados serão notificados por meio de um "auto de infração", tendo que explicar os motivos pelos quais houve o reajuste.
As equipes dos dois órgãos estão nas ruas realizando fiscalizações e acompanhando as mudanças de preços.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
