Atlas da violência aponta desigualdades sociais entre maceioenses
Dados mostram que 20% da população ganha menos de R$ 200 por mês
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta sexta–feira (15) os dados do "Atlas da Violência 2018: políticas públicas e retratos dos municípios brasileiros". Além dos dados ligados à segurança pública, o relatório chamou a atenção para as desigualdades sociais vividas entre os maceioenses.
Das mortes ocorridas na capital, 55,6% foram por morte violenta. Os pesquisadores fizeram um mapeamento com base nos dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS).
Para ilustrar a interação entre o desenvolvimento humano e as mortes violentas, o Ipea apresentou indicadores socioeconômicos selecionados e que chama atenção pela gravidade.
Na área da Educação, apenas 25,1% das crianças entre 0 a 3 anos estão estudando; o índice aumenta para adolescentes de 15 a 17 anos, quando sobre para 84,1%.
A pesquisa ainda apontou que 20% da população que está na linha de pobreza, ganha R$ 166,7.
A taxa de desocupação dos jovens entre 15 e 17 anos chega a 43%, já entre 18 e 24 anos diminui para 27%.
O Ipea expôs a vulnerabilidade nas famílias da capital, onde 4% das mulheres entre 10 e 17 anos já tiveram filhos, e 14,1% das pessoas entre 15 e 24 anos não estudam nem trabalham.
Últimas notícias
Jovens em cumprimento de medidas socioeducativas são capacitados para o primeiro emprego
Condenação passa de 23 anos em ação do MPAL contra esquema em Arapiraca
Alcolumbre mantém votação de quebra de sigilo de Lulinha por CPMI do INSS
Vereadores exigem punição rigorosa à Braskem e cobram indenizações justas para famílias afetadas pela mineração
Caminhão tomba em São José da Laje e motorista é socorrido com dores no braço e na costela
JHC inaugura primeiro Gigantinho bilíngue da história de Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Carlinhos Maia é condenado a pagar R$ 200 mil por piada sobre má-formação óssea
Secretário da Fazenda de Maceió cria dificuldades para pagar fornecedores
Planalto confirma 13º infectado em comitiva com Bolsonaro
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
