Em 4 anos, AL deve elevar em mais de 500% os investimentos com recursos próprios
Números foram apresentados pelo governador Renan Filho, candidato à reeleição, durante encontro com apoiadores
Alagoas elevou seus investimentos com recursos próprios nos últimos três anos em 313%. Esse percentual deve ultrapassar 500% até o final de 2018, quando o Estado investirá cerca de R$ 600 milhões em benefício dos alagoanos. Os dados foram apresentados durante encontro do governador Renan Filho e apoiadores.
Na ocasião, Renan Filho apresentou o gráfico que demonstra a evolução dos investimentos com recursos próprios do Governo do Estado nos últimos dez anos. Ele afirmou que os números apresentam dois retratos distintos: a Alagoas do passado e a de hoje, que busca se modernizar.
“Se a gente investir R$ 600 milhões em 2018, isso significa dizer que estaremos investindo em um único ano o que Alagoas levou seis para fazer. É por isso que você está vendo pipocar construção de hospitais, melhoria de estradas, investimentos em segurança; é por isso que agora o servidor vai dormir sabendo que receberá seu salário”, comparou Renan Filho.
De 2007 a 2017, o gráfico apresenta uma linha quase que horizontal, uma realidade acanhada em termos de investimentos feitos com recursos próprios. Nesses dez anos, Alagoas saltou de R$ 45 milhões em investimentos feitos com dinheiro do Tesouro Estadual para R$ 409 milhões, uma evolução de 808%
A guinada se deu entre 2015 – primeiro ano da gestão Renan Filho – e 2016, quando Alagoas investiu mais de R$ 221 milhões e, no ano seguinte, R$ 409 milhões. A perspectiva é que, ao final deste ano, sejam empregados mais de R$ 600 milhões em benefício dos alagoanos.
“Isso demonstra que as finanças públicas foram ajustadas e por conta disso hoje se faz estrada, se faz hospital, se investe em segurança pública, se faz escola em tempo integral, se paga o salário do servidor em dia, se realiza concurso público e, sobretudo, se enfrenta a crise de cabeça erguida e dizendo assim: dificuldade se combate com trabalho e dedicação e não choramingando pelos cantos da sala como Alagoas era tratada no passado”, enfatizou Renan Filho.
“Esse Estado não tinha dinheiro pra nada! Até para pintar uma escola, o governador tinha que sair daqui a Brasília para pedir uma lata de tinta. A realidade agora é outra. Nos próximos dias, o alagoano vai escolher: se quer se colocar no futuro, na vanguarda, ou se quer voltar ao passado da demagogia e de quem fez muito pouco.”, finalizou.
Pesquisa
Com a o caixa revigorado, Alagoas foi o Estado nordestino que mais reduziu a dependência de recursos federais entre 2016 e 2017, em meio à maior crise econômica da história republicana brasileira.
Foi o que verificou a pesquisa realizada pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (ETENE) do Banco do Nordeste do Brasil (BNB).
Na comparação entre os oito primeiros meses de 2016 e de 2017, Alagoas baixou o Índice de Dependência Financeira (IDF) de 0,48 para 0,43. A redução de cinco pontos foi maior, inclusive, que a média nordestina, cujo IDF caiu de 0,39 para 0,37.
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