Parentes e amigos de baterista morto começam a ser ouvidos pela polícia
Corpos foram encontrados na tarde de ontem (18) em uma residência no bairro do Farol
A delegada Simone Marques, da Delegacia de Homicídios, será a responsável pelas investigações da morte do ex-baterista da banda Cannibal Eduardo Henrique Athayde e da advogada Dayana Maria Monteiro, encotrados na tarde de ontem (19) na casa do músico no bairro do Farol, em Maceió. Ainda esta semana, parentes e amigos dele deverão ser ouvidos pela Polícia Civil (PC).
A equipe do delegado Antônio Henrique, que analisaram o local do crime, acreditam na tese de um homicídio seguido de suicídio. A delegada que saber quais os motivos o que levaram a isso e como se deu a dinâmica do crime.
A possibilidade mais evidente, até agora, é que Dudu Athayde, como era conhecido, matou a mulher com um tiro na testa e, em seguida, disparou contra a própria cabeça.
Em conversas com a imprensa, pessoas ligadas ao ex-baterista informavam que ele sofria de depressão e estava em tratamento, utilizando remédios controlados.
Os corpos foram encontados pela irmã do músico, quando foi à residência. Eduardo e Dayana estavam deitados um ao lado do outro numa cama, e uma pistola 765 estava na mão direita do rapaz, que apresentava marca de tiro na têmpora direita. A moça estava abraçada ao corpo do músico e tinha marca de tiro na testa.
A Polícia ainda informou que no local, havia comida e bebida alcoólica.
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