Justiça ordena bloqueio de R$ 50 milhões das contas de João de Deus
Valor será usado para reparação das vítimas de abuso sexual
O Tribunal de Justiça determinou nesta quinta-feira (27) o bloqueio de R$ 50 milhões das contas do médium João de Deus, preso após centenas de denúncias por abuso sexual durante atendimentos espirituais em Abadiânia. O líder religioso nega as acusações e alega "não se lembrar" das mulheres que o denunciaram.
Caso João de Deus seja condenado, este valor bloqueado será utilizado para reparação das vítimas. Apesar da decisão ter sido apurada pela TV Anhanguera, o advogado de defesa do médium, Alberto Toron, disse que ainda não recebeu qualquer informação sobre a medida.
Também nesta quinta, o juiz Wilson Safatle Faiad, responsável pelo plantão no Tribunal de Justiça de Goiás, concedeu a prisão domiciliar para João de Deus pelo crime de posse ilegal de arma de fogo. A equipe de defesa do médium entrou com um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal para esse crime.
De acordo com a Agência Brasil, o juiz estabeleceu uma série de condições para a concessão da prisão domiciliar, como pagamento de fiança de R$ 1 milhão, monitoração eletrônica, recolhimento do passaporte e desde que não esteja preso por outro motivo. Apesar da decisão, João de Deus continuará preso por conta das acusações de abusos sexuais.
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
