Arcebispo de Maceió lamenta nova denúncia no cemitério Divina Pastora
Arquidiocese tinha projeto de reforma para sepultamento de indigentes
Novas denúncias surgiram esta semana envolvendo o Cemitério Divina Pastora, no bairro do Rio Novo, em Maceió. Corpos de indigentes estariam sendo enterrados entre as catacumbas já existentes. A Arquidiocede de Maceió tinha um projeto de revitalização e acabou não saindo do papel. O arcebispo de Maceió, Dom Antônio Muniz, lamentou a situação ainda vivida no local.
"Fizemos tudo que podíamos para fazer a nossa parte. Faltou apoio do Ministério Público, do IML e da Prefeitura. Ficamos isolados sem poder fazer nada", declarou.
Em janeiro de 2016, a Prefeitura interditou a área destinada a sepultamentos de corpos de indigentes após as denúncias de superlotação, como as que ocorreram essa semana. A Arquidiocese chegou a apresentar um projeto para recuperação do local e sanar o problema.
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (SEMDS) informou através de nota que os sepultamentos na capital ocorrem de forma regular nos oito espaços destinados para os serviços funenários ofertados pela Prefeitura e todos os espaços estão adequados. Ainda informaram que para qualquer esclarecimento, a população pode procurar o órgão.
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
