Arcebispo de Maceió lamenta nova denúncia no cemitério Divina Pastora
Arquidiocese tinha projeto de reforma para sepultamento de indigentes
Novas denúncias surgiram esta semana envolvendo o Cemitério Divina Pastora, no bairro do Rio Novo, em Maceió. Corpos de indigentes estariam sendo enterrados entre as catacumbas já existentes. A Arquidiocede de Maceió tinha um projeto de revitalização e acabou não saindo do papel. O arcebispo de Maceió, Dom Antônio Muniz, lamentou a situação ainda vivida no local.
"Fizemos tudo que podíamos para fazer a nossa parte. Faltou apoio do Ministério Público, do IML e da Prefeitura. Ficamos isolados sem poder fazer nada", declarou.
Em janeiro de 2016, a Prefeitura interditou a área destinada a sepultamentos de corpos de indigentes após as denúncias de superlotação, como as que ocorreram essa semana. A Arquidiocese chegou a apresentar um projeto para recuperação do local e sanar o problema.
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (SEMDS) informou através de nota que os sepultamentos na capital ocorrem de forma regular nos oito espaços destinados para os serviços funenários ofertados pela Prefeitura e todos os espaços estão adequados. Ainda informaram que para qualquer esclarecimento, a população pode procurar o órgão.
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