Três mulheres a cada 100 mil alagoanos ainda morrem de diarreia ou vômito
Estudo mostra a ligação da saúde da mulher com saneamento básico
Um dado alarmante de um levantamento realizado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a BRK Ambiental, apoio do Pacto Global, mostra que três mulheres a cada 100 mil pessoas em Alagoas ainda morrem por diarreia ou vômito. O estudo inédito “O Saneamento e a Vida da Mulher Brasileira”, aponta a relação entre a saúde da mulher e o tratamento de água nos estados.
O relatório aborda que 27 milhões de mulheres – uma em cada quatro no país – não têm acesso adequado à infraestrutura sanitária e o saneamento. O estudo investigou como as carências de saneamento comprometeram a saúde das mulheres brasileiras.
No Estado, 25,2% das alagoanas não tem acesso ao abastecimento de água por rede geral. Ainda 41% não tem abastecimento regular e 2,6% não tem banheiro em sua moradia.
O estudo ainda apontou que o número de mulheres sem coleta de esgoto em Alagoas chegou ao 46%.
O levantamento ainda mostrou que a ocorrência dessas doenças não só afetou a produtividade das mulheres em suas atividades econômica, como também em relação à saúde, educação, renda e bem-estar.
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