Justiça proíbe divisão de lucros da Braskem com acionistas
Desta vez a decisão judicial mirou a quantia de R$ 2,67 bilhões
O judiciário alagoano atendeu ao novo pedido do Ministério Público do Estado (MP-AL) e da Defensoria Pública e mirou mais R$ 2,67 bilhões de lucro da empresa Braskem.
Desta vez, a decisão foi atendida pelo desembargador Alcides Gusmão da Silva, da 3ª Câmara Cível da Capital nesta segunda-feira (15).
De acordo com o magistrado, o volume bloqueado é o lucro líquido obtido pela Braskem em 2018, que será dividido entre os acionistas, conforme convocação de assembleia geral prevista para acontecer amanhã.
O primeiro pedido foi realizado no início do mês e o processo ficou nas mãos do juiz Pedro Ivens Simões de França, da 2ª Vara Cível da Capital que determinou apenas o bloqueio de R$ 100 milhões.
Na semana passada, o procurador-geral Alfredo Gaspar de Mendonça anunciou que iria pedir um novo bloqueio e de uma quantia maior. As duas entidades avaliaram que o valor era pouco para um possível pagamento de indenizações.
A quantia ainda não chega ao valor inicial pedido pelos órgãos de R$ 6,7 bilhões.
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